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Sim, podemos discutir a arte da dublagem o dia todo, mas quando se trata de O Exorcista , a versão dublada de 1973 (relançada em VHS e posteriormente em DVD) transcendeu o simples "trabalho de tradução". Ela se tornou uma lenda à parte. Muito se fala sobre a atuação de Linda Blair, que aos 14 anos entregou uma performance visceral e digna de um Oscar. Porém, no Brasil, quem realmente incorporou o demônio Pazuzu foi a saudosa Selma Lopes . É a voz dela que sai da boca da Regan quando ela se contorce na cama.

Apague as luzes. Coloque um incenso de almíscar (ou não, por segurança). E ouça. "Que dia é hoje, Regan?"

Se você perguntar para qualquer fã de terror qual é o filme mais perturbador já feito, as chances são altas de a resposta ser: O Exorcista (1973). Agora, pergunte para um brasileiro de coração qual é a única maneira de assistir a esse clássico. A resposta unânime será: dublado .

Para a experiência completa e nostálgica, procure por edições antigas em DVD ou Blu-ray que especifiquem "Dublagem Original de 1973" (com Selma Lopes). Se encontrar um arquivo digital com aquela qualidade de áudio "metálica" do VHS, guarde com carinho — é relíquia. O Verdicto Final O Exorcista é um filme universal. Mas O Exorcista de 1973 dublado é uma propriedade cultural brasileira. É a prova de que uma boa dublagem não é uma "tradução", é uma reencarnação . Pazuzu falou português com sotaque carioca, e por isso nunca mais conseguimos ouvir a voz da Selma Lopes em desenhos animados (ela dublava a Vovó Pato, do Pica-Pau) sem sentir um frio na espinha.

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